DOSSIÊ PESSOAL · AMESTERDÃO · 2017–2026
Polícia de Amesterdão: homofobia, intimidação e abuso de poder
O autor descreve anos de pressão psicológica, insegurança digital, danos reputacionais e perguntas sem resposta.

Introdução
O autor afirma que, desde 2017, recebeu quase diariamente mensagens e ações que interpretou como ligações ao crime organizado, pedofilia e homicídio, sem comunicação transparente de uma suspeita ou processo formal.
Relaciona estes acontecimentos com danos graves na saúde mental, reputação, empresas e confiança no Estado de direito.
Intimidação digital e homofobia
Contas, acessos e ambientes digitais teriam funcionado de modo imprevisível. O que parecia uma falha técnica tornou-se, para ele, um padrão de pressão psicológica.
Segundo o seu testemunho, a orientação sexual foi usada de forma humilhante e associada a estereótipos nocivos. As alegações exigem avaliação técnica e jurídica independente.
Denúncias, saúde e perdas
Declara ter enviado mais de cem cartas e tentado denunciar várias vezes online e numa esquadra de Amesterdão. Diz que as denúncias digitais deixaram de estar visíveis e que não conseguiu registar integralmente as presenciais.
Relata PSPT, depressão, pensamentos suicidas e a perda da Bioherby, CollagenNow e XBORDER. Causalidade e danos exigem avaliação profissional independente.
Pedido de transparência
Solicita preservação dos dados relevantes, acesso à informação tratada sobre si e investigação independente de qualquer partilha de dados.
O dossiê pede responsabilidade institucional, respostas verificáveis e reparação quando aplicável.
Temas e palavras-chave
- polícia Amesterdão homofobia
- intimidação digital
- abuso de poder
- discriminação LGBTQ